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Coluna MARCELO ARAR
E-music sim, drogas não!
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A música surgiu na pré-história há mais ou menos uns 4.000 A.C..
A música sempre teve várias finalidades. Uma das principais características da música é conseguir sensibilizar o ser humano. Mesmo os mais brutos são sensibilizados pela música.
O Hino Nacional e a música do Ayrton Sena - que impulsiona os brasileiros e que inspirou a nova canção da nação rubro-negra- são apenas alguns dos grandes exemplos do poder da música.
A música eletrônica, que é considerada a música do futuro, que te dá disposição e alegria, tem servido de estímulo por um grupo de pessoas a usarem drogas como o Ecstasy e o ácido - conhecidos,respectivamente,como ‘bala’ e ‘doce’. Antes de embarcar nesta viagem sem volta (bad trip), conheça mais sobre o Ecstasy. O Ecstasy foi sintetizado em 1914 para ser usado como moderador de apetite. Em 1960 começou a ser usado pela medicina como elevador do estado de ânimo. O uso recreativo surgiu em 1970 nos EUA. Em 1995, a justiça americana proibiu o uso do Ecstasy. Neste momento o uso ilegal já havia sido disseminado tanto nos EUA quanto na Europa Ocidental.
Os efeitos procurados:
Aumento de auto-confiança, do estado de alerta e da libido;
Atraso do sono e da fadiga;
Sensação de estar mais próximo e de ter mais intimidade com as pessoas;
Aumento da socialização, extroversão e tolerância;
Principais efeitos indesejados e imediatos( na maior parte dos casos):
Dilatação pupilar, náuseas, boca seca, visão borrada, aumento da tensão muscular;
Grandes pertubações na capacidade de tomar decisôes e realizar juízo;
Perda de noção do espaço;
Falta de ereção sexual no auge do efeito da droga;
Comportamento bizarro.
Apesar destes efeitos, os usuários tendem a considerar o resultado final vantajoso.
Efeitos a longo prazo "aí que está o perigo!":
A serotonina é uma substância encontrada no cérebro que influencia diretamente no apetite, no humor e no bem-estar. O uso do Ecstasy provoca momentaneamente um grande aumento de serotonina. Esse aumento descontrolado de serotonina provoca lesões irreversíveias nos nossos neurônios. Os neurônios não se regeneram, ou seja, o cidadão começa a ter sérios problemas com determinada função com que aquele neurônio é responsável.
O uso, mesmo que apenas esporádico do Ecstasy pode causar danos irreversíveis como:
Diminuição da serotonina;
Depressões profundas;
Dificuldade de tomar decisões;
Síndrome do pânico;
Paranóias;
Alucinações ou despersonalização.
E aí meu amigo?! Vai encarar? Será que vale?
Não estrague sua rave, não estrague o visual de um evento de música eletrônica quando está sendo iluminado pelo Sol nascente.Não faça as autoridades reprimirem a nossa festa!
Se NÃO estiver dirigindo (porque álcool e direção não combinam!!!) beba o seu copinho de uísque ou vodka com moderação e responsabilidade...mas pelo amor de Deus:DROGAS NÃO!
Nosso corpo não é lixeira e ficar sustentando vagabundo de classe média que vende bala é demais ,não é?!
Viva a E-music! Viva as raves! Viva a vida e diga não às drogas.
Nos esbarramos às sextas no Club-Six, com e-music de verdade e os melhores Djs do país, como Roger Lyra, Leo Janeiro,Marcelinho Cic, Flow e Zeo e etc.
Abraços e valeu!